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Dia 17/6, na Livraria Cultura

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Publicada: 27/05/2015

Maria Alice Setubal lança novo livro

 

Neca Setubal lança livro na quarta, dia 17 de junho, às 19 h, na Livraria Cultura da Paulista

 

A Editora Peirópolis lança, no dia 17 de Junho, às 19h, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, a obra Educação e Sustentabilidade: Princípios e Valores para a Formação de Educadores, de autoria de Maria Alice (Neca) Setubal, presidente da Fundação Tide Setubal e do Centro de Estudos e Pesquisa em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec).

 

A publicação nasceu do projeto Educar na Cidade, coordenado pelo Cenpec, que tinha como foco refletir e produzir conhecimento sobre princípios e valores para a educação do século XXI: sustentabilidade, equidade, diversidade cultural, educação para a paz, participação e cidadania e novas formas de educar e aprender. Diferentes profissionais que atuam diretamente em territórios vulneráveis, em escolas públicas e organizações locais, e especialistas refletiram sobre o tema. O encontro dessas reflexões está sistematizados neste livro.

 

A obra traz conceitos debatidos e conectados com práticas que revelam que os valores e princípios da sustentabilidade devem ser incluídos na formação de professores e educadores, contribuindo para a construção de uma nova visão de sociedade, mais justa, sustentável e democrática.

 

“Vivemos hoje uma crise mundial de valores e de direcionamentos, e no Brasil, isso se agrava com uma crise econômica, política e educacional. Na educação, é preciso superar os problemas apontados no Plano Nacional de Educação alcançando suas metas, ao mesmo tempo em que repensamos um modelo de escola e de currículo, que faça sentido na contemporaneidade”.

 

O conceito de educação e sustentabilidade está baseado em cinco dimensões acerca do tema: articulação entre passado/presente/futuro em uma visão de longo prazo que considera o bem-estar das próximas gerações; interdependência entre as pessoas e entre as pessoas e o ambiente, gerando corresponsabilidade individual social e coletiva, ampliação da aprendizagem formal, não formal e ao longo da vida; visão sistêmica e complexa, integrando princípios, valores e ações e os diferentes âmbitos da sustentabilidade (ambiental, social, econômica, política e cultural).

 

A escola, muitas vezes único equipamento público em territórios vulneráveis frequentado pelos jovens, é um lugar para concretizar as dimensões. É também um espaço de passagem para outros lugares sociais, que compõem a cidadania, o reconhecimento social e a diversidade cultural. Sua conexão com a comunidade e com outros atores do território fortalece a possibilidade de formação desses jovens.

 

“O território é um espaço vivo e complexo e os alunos circulam por ele. Se pensarmos no território como um espaço de educar e de aprender, todos podem desenvolver sentidos para aprendizagens. Se esse encontro de saberes for compartilhado, assim como acontece nas redes sociais onde as informações circulam, são debatidas e ressignificadas para resolver problemas e construir conhecimento, é possível desenvolver as pessoas em diferentes áreas da vida por meio das diferentes disciplinas do currículo como as práticas apresentadas no livro demonstram. Adentram se modo de ensinar e aprender questões da realidade e o estímulo a autoria, a criação e a responsabilidade”, afirma a autora.

 

Nesse sentido, o conceito de educação e sustentabilidade se alia a concepção de educação integral que desenvolve aspectos físicos, cognitivos, emocionais e culturais, respeitando a realidade local, a partir de uma escola aberta, que interage com diferentes espaços, organizações e saberes. “Quando deixamos de olhar para a criança ou para o jovem como o aluno na escola, o paciente na unidade básica de saúde, o educando na organização local, passamos a percebê-la como criança ou jovem daquela comunidade e cada um pode contribuir de forma transversal com sua formação. Ao fazermos isso em parceria, com base em valores compartilhados e que estimulam respeito à diversidade, à participação e o exercício da cidadania, a realidade local contribui para a sustentabilidade que será colocada em prática em qualquer lugar”.

 

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Autor(a): Maria Alice (Neca) Setubal

SINOPSE: A crise vivenciada pela sociedade contemporânea é, para muitos, uma crise civilizatória que exige soluções urgentes diante das agressões à natureza provocadas pelo desenvolvimento do mundo moderno. É visível a necessidade de impor limites a esse crescimento que tem afetado tanto a preservação do planeta Terra. É necessário um novo modo de pensar que seja mais inclusivo e cooperativo, tendo a sustentabilidade como eixo de atuação, respeitando distintas realidades, contextos e níveis de desenvolvimento, de modo a estimular a análise do que conservar e do que renovar.

 

 

 



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